20/2/07
Histórias de Carnaval Parte III
À partir dos 18 anos, já morando em SP, estudando e trabalhando, pude comprar fantasia de carnaval com todos os brilhos e paetês que eu tinha direito.Mais um bloco,dessa vez fantasia de colombina, e a foto em preto e branco, tirada na porta de entrada do clube.
O tempo passando, prioridades alterando, a ideia de passar carnaval em Ibitinga foi ficando para trás.
Fui algumas poucas vezes com minha irmã passar carnaval em Santos: de dia praia, á noite baile no Caiçara Cluve, na época era o maximo.
Aí foi perdendo a graça.Minha irmã viajava com amigas para praia,ás vezes Santos, ás vezes Ubatuba, e por algum tempo mais, ela ainda continuou gostando de ir em bailes de carnaval. Eu não.
Comecei a descobrir a delicia de ficar com a cidade de SP vazia,só para poucos. No carnaval, SP inteira ia para praia.
Lembro me de uma vez,ter ido a um show do Gonzaguinha,onde ele agradeceu a presença da platéia,quando na verdade,SP inteira estava em Santos. rsrsrs
As ruas ficavam livres de transito, cinemas vazios, restaurantes sem filas de espera, uma delícia.
Nunca mais vi graça em cantar, ou brincar carnaval.
Aì surgiram as transmissões dos desfiles pela tv.
À principio, fiquei impactada com as imagens de mulheres lindas e nuas,sambas enredo muito bons: Martinho da Vila, Paulinho da Viola, e Joãozinho Trinta dando show de criatividade e originalidade.
Tinha mais verdade.
Depois tudo foi ficando banal, comum.As mulheres linda e nuas nem são sambistas mais,são apenas ‘ARTISTAS MARQUETEIRAS"
As pioneiras famosas,lindas e nuas foram Monique Evans e Luma de Oliveira.O impacto da imagem foi tanto que elas foram capa da revista Veja na semana seguinte.
Os sambas são tão iguais atualmente, que nem dá para saber ao certo,quando acaba um e começa outro, e no instante seguinte, já não se lembra mais nem do refrão.
O visual tambem é sempre o mesmo, sem originalidade alguma.Agora até implico com carnaval.
Implico com as pessoas que se impõe quatro dias de alegria, que deixam a vida para "depois do carnaval".
Sei lá, implico, acho tudo muito chato.
Gosto do sossego, de ficar sem horário para nada, poder tomar um sólzinho, pôr a leitura em ordem, ficar lagarteando.
De resto, credo, carnaval é muito chato.
Quando vejo pela tv, o carnaval da Bahia, aquela multidão pulando feito pipoca, me pego tentando entender aquela multidão, aquela mobilização,, para mim, tão sem sentido.E é sectária.
O tal do abadá é caro, e um cordão separa os que não podem pagar.
Eles tem dia e hora para poder brincar, usufruir da "generosidade" do espaço e tempo que lhes são concedidos.
A Praça Castro Alves é do povo?
Mas, histórias acontecem em dias de carnaval.
Amanhã conto como aproveitei meus dias de folga.
criado por picida_ribeiro
22:55 — Arquivado em: 

Oiê, amiguinha!
O caso é o seguinte, nãos ei ao certo comose esreve, mas a bergamota, se não me engano, é a mesma fruta que vcs conhecem por mexirica.
Aqui temos bergamotas “ponkan”, não me pergunte porque tem este nome (que é grande e não tem gosto de nada), a bergamota “morgote” (que é “apertadinha, cuja casca parece grudar na fruta de um jeito insuportável), e tb não sei a origem do nome, e a “comum”(que é de pequena a média, doce), e é desta que eu gosto. As outras nem chego perto.
Não sei os nomes que vcs dão aí, além de mexirica, mas é a mesma fruta.
Abraço aliado
Comentário por Aliadopoars — 21 21UTC fevereiro 21UTC 2007 @ 7:02
Olha parabens,
Eu tenho 10 anos,e achei um maximo seu “diario”
Bem q vc podia escrever um manual de como fazer um blog muito bom.
Um abraço
Comentário por luiza — 21 21UTC fevereiro 21UTC 2007 @ 16:27