2/6/08
O filho mais velho do LULA
Dia 29/05- quinta feira, o Neto meu irmão, fez 54 anos.
Enxutérrimo, elegante, vaidoso.
Ele se cuida. Da cabeça. Do corpo. Da alma.
Sobre ele, sua vida, sua história, NOSSA história, eu poderia não apenas escrever um post, e sim um livro.
È isso aí. A história da vida do Neto poderia virar um livro. Um dia eu conto.
Na quinta feira ele viajou para Ribeirão Preto, e comemorou o aniversário com a esposa e os filhos. Saída estratégica para não fazer festa. Sim, porque como ele tem muitos amigos, não dá para fazer reuniãozinha íntima.
No domingo, almoçamos junto a mãe, cunhados, sobrinhos, tias, os mais que amigos BIAZI com direito á bolo.
E um bom vinho tinto, porque por aqui fazia um raro friozinho.
Como tenho uma ligação afetiva muito forte com meus irmãos, preciso distanciar-me um pouco para analisar o Neto da maneira mais imparcial possível, e fazendo assim, o que vejo é um batalhador, que venceu sozinho, por competência e sorte (porque não?), mas que vive a vida centrada em família e amizade.
Carrega sua história. E isso valoriza sua vitória, suas conquistas.
Para hoje poder fazer uma avaliação assim, tive até que fazer terapia, para entender a mudança de seu estilo de vida, ver a distancia que às vezes nossas vidas nos impõem, mas perceber que continuamos amigos e irmãos.
E avaliando tudo isso, vendo seu jeito de lidar com as pessoas, esquecendo mágoas, guardando para sempre as gratidões, penso muito no meu pai.
Ele morreu há 10 anos, quando o Neto, ainda estava construindo sua casa.
Ele assistiu o começo da carreira bem sucedida de seu filho mais velho, estava feliz, orgulhoso, somava , avaliava, mas não imaginava que seu filho chegaria aonde chegou, sem esquecer a família que tem.
Ele merecia ter visto. Emociono-me só em pensar no orgulho que meu pai sentiria. Por enquanto fico eu de “irmã Coruja” vendo e aplaudindo por mim, e por meu pai.
Orgulhosa, não por tudo que ele tem, mas muito pelo que ele é.
Honesto, justo, generoso.
Não perfeito, claro, mas buscando sempre acertar, buscando sempre aprender, melhorar, crescer.
E assim é meu irmão. O filho mais velho de Lula.
Enxutérrimo, elegante, vaidoso.
Ele se cuida. Da cabeça. Do corpo. Da alma.
Sobre ele, sua vida, sua história, NOSSA história, eu poderia não apenas escrever um post, e sim um livro.
È isso aí. A história da vida do Neto poderia virar um livro. Um dia eu conto.
Na quinta feira ele viajou para Ribeirão Preto, e comemorou o aniversário com a esposa e os filhos. Saída estratégica para não fazer festa. Sim, porque como ele tem muitos amigos, não dá para fazer reuniãozinha íntima.
No domingo, almoçamos junto a mãe, cunhados, sobrinhos, tias, os mais que amigos BIAZI com direito á bolo.
E um bom vinho tinto, porque por aqui fazia um raro friozinho.
Como tenho uma ligação afetiva muito forte com meus irmãos, preciso distanciar-me um pouco para analisar o Neto da maneira mais imparcial possível, e fazendo assim, o que vejo é um batalhador, que venceu sozinho, por competência e sorte (porque não?), mas que vive a vida centrada em família e amizade.
Carrega sua história. E isso valoriza sua vitória, suas conquistas.
Para hoje poder fazer uma avaliação assim, tive até que fazer terapia, para entender a mudança de seu estilo de vida, ver a distancia que às vezes nossas vidas nos impõem, mas perceber que continuamos amigos e irmãos.
E avaliando tudo isso, vendo seu jeito de lidar com as pessoas, esquecendo mágoas, guardando para sempre as gratidões, penso muito no meu pai.
Ele morreu há 10 anos, quando o Neto, ainda estava construindo sua casa.
Ele assistiu o começo da carreira bem sucedida de seu filho mais velho, estava feliz, orgulhoso, somava , avaliava, mas não imaginava que seu filho chegaria aonde chegou, sem esquecer a família que tem.
Ele merecia ter visto. Emociono-me só em pensar no orgulho que meu pai sentiria. Por enquanto fico eu de “irmã Coruja” vendo e aplaudindo por mim, e por meu pai.
Orgulhosa, não por tudo que ele tem, mas muito pelo que ele é.
Honesto, justo, generoso.
Não perfeito, claro, mas buscando sempre acertar, buscando sempre aprender, melhorar, crescer.
E assim é meu irmão. O filho mais velho de Lula.
(Nota: Lula é nosso pai, muito antes de existir o Lula Presidente. Em comum, alem do apelido, a falta do dedo. Outra história para um dia desses)
criado por picida_ribeiro
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