27/8/09
EM FRENTE
Passando os dias, passando o tempo, vivendo a vida.
Meus dias tem sido: trabalho/ casa/ casa/ trabalho.
Mas sinto que em nenhum desses lugares tenho feito o meu melhor. Sabe quando você sente que pode mudar, melhorar, acrescentar algo, dar uma turbinada?
Vamos lá, de novo, como diz minha amiga Rosana: “Passar do pensamento ao ato”
Eu e o Decio, seguimos no que eu classificaria dentro do padrão de normalidade, num caso assim: uma ida repentina, uma volta ainda não totalmente absorvida.
Mas está melhorando. Ainda não rola, friozinho na barriga, explosão de fogos de artifícios, beijos sem fim.
Meu idealismo e sonho.
Mas já estamos restaurando o convívio, a amizade, parceria, sorrisos.
Tentamos descobrir um novo jeito de amar, porque nessa nova situação, somos um novo casal, noas pessoas.
E nessa nova fase, noto maiores diferenças: ele indo em direção de ser cada vez mais perfeccionista, buscando sempre fazer o mais certo, o melhor.
Eu, caminhando em direção oposta: achando que as coisas não devem ser complicadas, devem ser feitas como podem ser feitas, mais relaxada (Humm, palavra de duplo sentido).
Essas diferenças, geram pequenas brigas, um fica chateado com o outro, mas estamos buscando o meio termo, EQUILIBRIO, a palavra chave.
Mas temos chance. Acho que ainda temos FUTURO. Eu lhe tenho AMOR.
A grande novidade na vida por esses dias, foi o contato inesperado com amigos importantes na minha historia, da adolescência vivida em Tabatinga.
E tudo aconteceu pela internet, por causa dela.
Um amigo citado em uma das minhas histórias, OSMAR MALASPINA, estava procurando no Google teses e mestrados (sim, porque ele é cheio de títulos e professor na UNESP) e não é que apareceu seu nome no meu blog? Imagino o susto.
Eu, contado casos de final dos anos 60, quase 40 anos, e como de costume, conto mencionando nome e sobrenome.
Foi um reencontro emocionante e divertido.
Quer coisa melhor que lembrar essa fase da vida, que reencontrar um amigo, depois de 40 anos?
E não bastasse isso, ele já trouxe um novo contato, outro nome citado em algumas historias: LUCIA SALATA.
Trocamos idéias, e mails e promessas de reencontro.
Mas sabe que as vezes temo esse reencontro.
Temo as analises das mudanças, decepções, frustrações.
E minhas lembranças, minhas memórias, do jeito que estão guardadas são minhas relíquias, que não quero perder, quero conservar, como são, como estão.
Preservar e confirmar meu tesouro intacto.
Devo arriscar?
Ainda não contatei as amigas de agora e sempre, as de SP, vou falar logo com elas.
Mas estou entrando em clima de festa : O Zé Luiz, meu irmão que mora em Londres e não vejo desde janeiro, desembargou hoje em Buenos Aires, daqui uma semana estará aqui.
Colocaremos conversas e saudades em dia.
E como sempre, vai ser muito bom.
criado por picida_ribeiro
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